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Toggle(NOSSO RUMO – Porangaba/SP-2025) No que tange à anestesia da maxila com infiltração local no palato, é correto afirmar que essa técnica:
(A) Introduz a agulha no fundo do vestíbulo, em direção ao ápice do dente a ser anestesiado.
(B) É indicada para intervenção em molares superiores e em casos de ineficiência da supraperiosteal, com profundidade de penetração de 16 mm.
(C) Deve ser escolhida para tratamento de mais de dois dentes, quando a supraperiosteal for ineficaz.
(D) É realizada a uma distância de 5 a 10 mm da margem livre da gengiva, introduzindo menos de 5 mm da agulha.
(E) É obtida a um ângulo de 45º em relação à papila incisiva, com introdução de mais de 5 mm da agulha.
Gabarito: D
Alternativa (A) Errada.
Essa descrição corresponde à técnica supraperiosteal (infiltração vestibular), e não à anestesia palatina.
Alternativa (B) Errada.
A técnica palatina não é indicada dessa forma para molares superiores nem envolve profundidade de 16 mm.
Alternativa (C) Errada.
A anestesia palatina não é escolhida com base na quantidade de dentes, mas sim na necessidade de anestesiar tecidos palatinos.
Alternativa (D) Certa.
A infiltração palatina é realizada a cerca de 5 a 10 mm da margem gengival, com penetração mínima da agulha (menos de 5 mm), devido à pouca espessura dos tecidos nessa região.
Alternativa (E) Errada.
A descrição não corresponde à técnica padrão de anestesia palatina e apresenta profundidade excessiva de penetração.
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(NOSSO RUMO – Porangaba/SP-2025) Assinale a alternativa que apresenta a descrição correta da fluorose dentária em grau severo.
(A) O esmalte começa a apresentar pequenas desordens na translucidez, podendo variar entre pequenos traços esbranquiçados a manchas.
(B) Áreas pequenas e opacas de coloração branca, porosas, dispersas regularmente sobre o dente, envolvendo menos de 25% da superfície dentária vestibular.
(C) O esmalte se encontra muito afetado e a hipoplasia altera o formato do dente em alguns casos.
(D) A opacidade é mais extensa do que a anterior, mas ainda está presente em menos do que 50% da superfície do dente.
(E) A face exterior do dente começa a apresentar um desgaste evidente com manchas marrons, sem alterar a anatomia dental.
Gabarito: C
Alternativa (A) Errada.
Corresponde a formas muito leves de fluorose, com pequenas alterações de translucidez e manchas discretas.
Alternativa (B) Errada.
Refere-se à fluorose leve, com opacidades brancas envolvendo pequena parte da superfície dentária.
Alternativa (C) Certa.
Na fluorose severa, o esmalte está intensamente afetado, podendo apresentar hipoplasia, perda de estrutura e até alteração do formato do dente.
Alternativa (D) Errada.
Essa descrição corresponde à fluorose moderada, com maior extensão de opacidade, mas ainda sem comprometimento estrutural severo.
Alternativa (E) Errada.
Embora mencione manchas marrons, não descreve corretamente a severidade estrutural típica da fluorose grave, que inclui perda de estrutura e alteração morfológica.
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(NOSSO RUMO – Porangaba/SP-2025) No que tange às lesões de mucosa bucal, é correto afirmar que a vesícula é uma lesão:
(A) Contendo líquido no seu interior, com tamanho igual ou menor do que 3 mm.
(B) Sólida, circunscrita, com tamanho igual ou menor do que 5 mm.
(C) Sólida, pediculada ou séssil, com tamanho igual ou maior do que 5 mm.
(D) Com alteração na coloração normal da mucosa, sem variação na altura do tecido.
(E) Causadora de sulcos ou fissuras no dorso da língua.
Gabarito: A
Alternativa (A) Certa.
A vesícula é uma lesão elevada caracterizada por conteúdo líquido em seu interior e tamanho pequeno (geralmente até 3 mm). Quando ultrapassa esse tamanho, passa a ser denominada bolha.
Alternativa (B) Errada.
Descreve uma lesão sólida e pequena, compatível com pápula, e não vesícula.
Alternativa (C) Errada.
Refere-se a lesões sólidas maiores, como nódulos ou tumorações.
Alternativa (D) Errada.
Corresponde a uma mácula, que é apenas alteração de cor sem elevação.
Alternativa (E) Errada.
Refere-se a a lesões fundamentais classificadas como em depressão, onde há perda de tecido.
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(NOSSO RUMO – Porangaba/SP-2025) Assinale a alternativa que apresenta o anestésico local que tem duração de 60 a 90 minutos, sendo metabolizado pelo fígado e pulmão.
(A) Lidocaína.
(B) Prilocaína.
(C) Mepivacaína.
(D) Articaína.
(E) Bupivacaína.
Gabarito: B
Alternativa (A) Errada.
A lidocaína tem duração intermediária, mas é metabolizada principalmente no fígado, não nos pulmões.
Alternativa (B) Certa.
A prilocaína apresenta duração de aproximadamente 60 a 90 minutos e possui metabolismo diferenciado, ocorrendo tanto no fígado quanto nos pulmões, o que a distingue das demais amidas.
Alternativa (C) Errada.
A mepivacaína também tem duração intermediária, porém é metabolizada predominantemente no fígado.
Alternativa (D) Errada.
A articaína é metabolizada principalmente por esterases plasmáticas, além de metabolismo hepático, não sendo característica sua metabolização pulmonar.
Alternativa (E) Errada.
A bupivacaína possui longa duração (bem superior a 90 minutos) e é metabolizada no fígado.
(NOSSO RUMO – Porangaba/SP-2025) Assinale a alternativa que apresenta o modo de aplicação correto do álcool na limpeza do ambiente clínico.
(A) Imersão durante trinta minutos.
(B) Aplicar por 2 a 5 minutos e proceder à limpeza.
(C) Imersão durante dez minutos.
(D) Fricção em três etapas, intercaladas pelo tempo de secagem natural, totalizando 10 minutos.
(E) Aplicar e deixar agir por 15 minutos antes de iniciar a fricção.
Gabarito: D
Alternativa (A) Errada.
A imersão por 30 minutos não é o método indicado para o uso do álcool na desinfecção de superfícies clínicas.
Alternativa (B) Errada.
O álcool não deve apenas ser aplicado e depois limpar; o método correto envolve fricção adequada, não apenas tempo de contato simples.
Alternativa (C) Errada.
A imersão por 10 minutos também não corresponde ao protocolo recomendado para uso do álcool em superfícies.
Alternativa (D) Certa.
O uso correto do álcool (geralmente a 70%) é por fricção em três etapas, respeitando o tempo de secagem natural entre elas, totalizando cerca de 10 minutos, garantindo melhor ação desinfetante.
Alternativa (E) Errada.
O álcool não deve ser apenas aplicado e deixado agir antes da fricção; a ação mecânica da fricção é essencial para a eficácia da desinfecção.
(NOSSO RUMO – Porangaba/SP-2025) Conforme o Código de Ética Odontológica, constitui infração ética com o paciente:
(A) Zelar pela saúde e pela dignidade do paciente.
(B) Manter regularizadas suas obrigações financeiras junto ao Conselho Regional.
(C) Exagerar em diagnóstico, prognóstico ou terapêutica.
(D) Resguardar o sigilo profissional.
(E) Resguardar sempre a privacidade do paciente.
Gabarito: C
Alternativa (A) Errada.
Zelar pela saúde e dignidade do paciente é um dever ético, não uma infração.
Alternativa (B) Errada.
Manter obrigações financeiras junto ao Conselho Regional é uma responsabilidade profissional, mas não se refere diretamente à relação ética com o paciente.
Alternativa (C) Certa.
Exagerar em diagnóstico, prognóstico ou terapêutica configura infração ética, pois pode levar a procedimentos desnecessários e prejudicar o paciente.
Alternativa (D) Errada.
Resguardar o sigilo profissional é um princípio fundamental ético.
Alternativa (E) Errada.
Garantir a privacidade do paciente também é um dever ético, não uma infração.
(NOSSO RUMO – Porangaba/SP-2025) Conforme a Resolução RDC nº 36/2013, que institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde, o Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) deve adotar os seguintes princípios e diretrizes, exceto:
(A) A melhoria contínua dos processos de cuidado e do uso de tecnologias da saúde.
(B) A disseminação sistemática da cultura de segurança.
(C) A promoção de ações para a gestão de risco no serviço de saúde.
(D) A articulação e a integração dos processos de gestão de risco.
(E) A garantia das boas práticas de funcionamento do serviço de saúde.
Gabarito: C
Alternativa (A) Errada.
A melhoria contínua dos processos de cuidado e do uso de tecnologias é um dos princípios da segurança do paciente.
Alternativa (B) Errada.
A disseminação da cultura de segurança é uma diretriz fundamental do Núcleo de Segurança do Paciente (NSP).
Alternativa (C) Certa.
Embora a gestão de risco esteja relacionada à segurança do paciente, a alternativa está incorreta no contexto da questão, pois não corresponde diretamente ao conjunto de princípios e diretrizes explicitamente definidos na RDC nº 36/2013 para o NSP.
Alternativa (D) Errada.
A articulação e integração dos processos de gestão de risco fazem parte das diretrizes estabelecidas.
Alternativa (E) Errada.
A garantia das boas práticas de funcionamento também está alinhada com os princípios da segurança do paciente.
(NOSSO RUMO – Porangaba/SP-2025) Conforme a Constituição Federal de 1988, ao Sistema Único de Saúde compete, além de outras atribuições, nos termos da lei:
(A) Participar do controle e fiscalização da produção, transporte, guarda e utilização de substâncias e produtos psicoativos, tóxicos e radioativos.
(B) Proteger a família, a maternidade, a infância, a adolescência e a velhice.
(C) Amparar as crianças e adolescentes carentes.
(D) Habilitar e reabilitar as pessoas portadoras de deficiência e promover sua integração à vida comunitária.
(E) Garantir um salário mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso sem meios de prover sua própria manutenção ou de tê-la provida por sua família conforme dispuser a lei.
Gabarito: A
Alternativa (A) Certa.
De acordo com a Constituição Federal de 1988, compete ao Sistema Único de Saúde (SUS) participar do controle e fiscalização da produção, transporte, guarda e utilização de substâncias e produtos psicoativos, tóxicos e radioativos, conforme previsto no art. 200.
Alternativa (B) Errada.
Essa é uma atribuição da assistência social, não sendo competência específica do SUS.
Alternativa (C) Errada.
Também se refere à assistência social, conforme previsto na Constituição.
Alternativa (D) Errada.
Essa função está ligada à política de assistência social e inclusão, não sendo atribuição direta do SUS.
Alternativa (E) Errada.
Refere-se ao benefício assistencial (LOAS), garantindo renda mínima, o que não é competência do SUS.
A análise de todo o nosso banco de questões da banca NOSSO RUMO, totalizando 569 questões de 18 provas diferentes (desde 2011 a 2025) permite traçar um perfil bastante claro de cobrança, fundamental para o candidato que deseja se preparar de forma estratégica e otimizada. A banca caracteriza-se por elaborar provas tecnicamente honestas, sem enunciados confusos ou interpretativos em excesso, mas que demandam memorização precisa de informações específicas, especialmente em legislação e em temas clínicos com forte componente quantitativo.
Ao longo das questões analisadas do nosso banco de questões, percebe-se que a NOSSO RUMO valoriza três eixos principais de avaliação. O primeiro é o domínio literal da legislação do SUS, em que a leitura repetida do texto da Lei nº 8.080/1990, da Lei nº 8.142/1990 e dos artigos 196 a 200 da Constituição Federal de 1988 mostra-se indispensável. Não basta entender o sistema, é preciso reconhecer as palavras exatas usadas pelo legislador. O segundo eixo é o conhecimento técnico de detalhes clínicos, com perguntas que envolvem dados numéricos precisos, propriedades farmacológicas específicas, tempos de aplicação e características morfológicas de lesões. O terceiro eixo é o domínio das normativas sanitárias e éticas, com destaque para a RDC nº 36/2013 e o Código de Ética Odontológica, geralmente cobrados por meio de questões com comando “exceto” ou em formato de inversão de deveres profissionais.
Outro ponto relevante observado é a recorrência de determinados temas dentro do conteúdo clínico. Anestesiologia, cariologia, estomatologia, odontopediatria e biossegurança aparecem com frequência marcante nas provas da banca, sugerindo que o candidato deve dedicar atenção especial a esses tópicos durante a preparação. As questões raramente fogem do conteúdo programático tradicional da odontologia pública, o que torna a resolução de questões anteriores da própria banca uma estratégia de estudo extremamente eficaz.
Para potencializar os resultados na preparação, recomenda-se que o candidato adote uma rotina de estudos baseada em três pilares complementares. O primeiro é a leitura sistemática e repetida da legislação do SUS em sua redação original, evitando o uso exclusivo de resumos. O segundo é o estudo aprofundado dos temas clínicos clássicos, com atenção especial aos dados numéricos, classificações e propriedades específicas que costumam compor as alternativas. O terceiro é a resolução intensiva de questões comentadas da própria banca, prática que permite internalizar o estilo de cobrança e antecipar as armadilhas características da NOSSO RUMO.
Conhecer profundamente o perfil da banca é, sem dúvida, um dos maiores diferenciais competitivos em concursos públicos. Mais do que estudar conteúdo, o candidato bem preparado estuda também o examinador. A constância nos estudos, somada à resolução comentada de questões e ao domínio literal das normas técnicas e legais, segue sendo o caminho mais seguro para a tão almejada aprovação.
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